Você joga Zelda pelos enredos das histórias?

A série “The Legend of Zelda” já está conosco há 40 anos e conta com 21 jogos principais, sem contar os remakes e remasters. É seguro dizer que, ao longo do tempo, a gente aprendeu a reconhecer o que torna um jogo de Zelda especial. Claro, sempre pode surgir um novo “Breath of the Wild” para nos surpreender, mas, em geral, sabemos o que esperar: masmorras, chefes, quebra-cabeças e um mundo aberto vasto. Agora, a grande pergunta é: a história também é uma parte essencial dessa experiência?

Todos os jogos de Zelda têm uma narrativa, que vai desde “O herói é encontrado” até tramas mais complexas. Mas será que a história realmente importa para a gente? É um assunto que discutimos aqui no Nintendando, e decidimos compartilhar nossas opiniões, além de abrir uma enquete para você também participar. Você é do time que valoriza a narrativa ou acha que isso não faz diferença? Vamos descobrir!

### A Opinião de Jim Norman, Editor de Recursos

Eu sempre gostei do lore de Zelda. Embora nunca tenha pensado muito sobre isso antes, percebo que hoje jogo os jogos pela história. Não espero uma narrativa épica que vai me deixar de queixo caído, mas qualquer detalhe que conecte os jogos ou aprofunde um personagem me deixa feliz. Lembro de como a expectativa para “Tears of the Kingdom” trouxe à tona discussões sobre teorias de timeline, os Zonai e personagens misteriosos. Aquilo me deixou empolgado!

Além disso, histórias individuais também me prenderam. Fiquei realmente interessado no que estava acontecendo em Hyrule em “Echoes of Wisdom”, e “A Link Between Worlds” me manteve grudado com a sua narrativa. E sim, admito que me emocionei no final de “Hyrule Warriors: Age of Imprisonment”. Então, por favor, Nintendo, continue investindo nas histórias de Zelda!

### A Visão de Ollie Reynolds, Editor de Análises

Eu gosto de uma boa história em Zelda, mas que sirva apenas para me levar do começo ao fim. Não me importo muito com como cada título se encaixa na linha do tempo. Por exemplo, em “Wind Waker”, quando a Aryll é sequestrada e você parte para resgatá-la com uma turma de piratas, eu estava totalmente imerso. Mas perguntar sobre como “Ocarina of Time” impacta “Wind Waker”? Para mim, isso não faz sentido. Prefiro as pequenas histórias que você encontra ao longo do caminho: os personagens, o que você vê ao explorar, as quests secundárias. Uma boa narrativa para me levar até os créditos, e estou feliz!

### O Que Alana Hagues Tem a Dizer

Quero começar dizendo que aprecio que os jogos mais recentes de Zelda tenham uma “história”, mesmo que seja simples como “salvar a princesa”. Gosto da história de “Tears of the Kingdom”! Não é nada revolucionário, e não precisa ser, mas tem seus pontos positivos, mais do que “Breath of the Wild”. No entanto, sinceramente, não jogo um jogo de Zelda pela história. Acho que uma boa introdução é importante, mas, no fim das contas, prefiro aproveitar o jogo pelo que ele é. O que importa pra mim é a experiência, não a trama em si.

### Gavin Lane, Editor

Lembro bem do lançamento de “Tears of the Kingdom” e de como a Alana estava empolgada para guiá-lo no dia do lançamento. Um novo jogo de Zelda é um evento raro, e alguns de nós estávamos evitando qualquer informação. Como editor, revisava os guias antes deles serem publicados, então já sabia de muitos detalhes antes mesmo de jogar. E me lembro de pensar o quanto eu não me importava com spoilers. Três anos depois, ainda não terminei “Tears of the Kingdom” porque, para mim, isso não é o mais importante. Não me importa a história do “Imprisoning War” ou se o Ganon é o vilão. Gosto dos momentos com os personagens e das situações específicas, mas a lore em si não me atrai. Por exemplo, adoro “Majora’s Mask” por suas pequenas histórias do dia a dia, mas não me preocupo muito com os detalhes do enredo.

### O Que Você Acha?

Então, essa é a nossa visão sobre a importância das histórias em Zelda. E você? Queremos saber sua opinião! Participe da enquete e deixe seu comentário para que possamos conversar mais sobre isso.