poucas pessoas comentam sobre este forte candidato a goty

Se você ainda não conhece “The Hundred Line – Last Defense Academy”, é hora de prestar atenção! Esse jogo tem conquistado muitos corações e, acredite, ele merece todo o destaque. Para quem ainda não jogou e não quer spoilers, fica o aviso: é melhor voltar aqui depois.

Antes de me aprofundar nos detalhes, quero falar um pouco sobre os personagens. Eles são, sem dúvida, o coração desse jogo, que mistura elementos de RPG tático e visual novel. A premissa é simples: proteger sua escola de invasores durante cem dias. Mas essa história só brilha graças ao elenco carismático, como Takumi Sumino e Darumi Amemiya, que trazem à trama uma energia contagiante. Cada um deles é único e tem suas próprias peculiaridades. Por exemplo, Tsubasa Kawana é hilária em momentos de estresse, o que traz alívio cômico em meio à tensão.

A profundidade dos personagens é impressionante. Conhecemos suas histórias e motivações, o que faz com que nos importemos com eles. Até mesmo os mais excêntricos, como Ima Tsukumo, têm sua chance de redenção. A conexão emocional que se forma ao longo da narrativa é tão forte que, ao chegar ao final, você pode se pegar emocionado com algumas perdas. É aquele tipo de jogo que faz você querer mais, mesmo depois de finalizar.

Mas aqui vem a grande sacada: ao chegar ao último dia da sua jornada, você descobre que Takumi tem a habilidade de voltar no tempo e recomeçar tudo. E o melhor? Você pode fazer escolhas diferentes e explorar uma variedade de finais. Isso mesmo, são centenas de possíveis desfechos! Não se preocupe, você não precisa jogar tudo de novo cem vezes. O jogo permite que você retorne a dias específicos, mudando suas decisões e descobrindo novos caminhos. Isso enriquece a experiência e torna cada jogada única.

Entre as várias opções, algumas podem ser bem curtas, enquanto outras levam você a reviravoltas intrigantes. O jogo é repleto de surpresas, e a sensação de descobrir novos finais é extremamente gratificante. Claro, alguns desfechos são mais sombrios que outros, mas isso faz parte da diversão.

Agora, vamos falar um pouco sobre o sistema de batalha. Mesmo que eu não tenha costume de jogar RPGs táticos, “The Hundred Line” me surpreendeu. A mecânica é simples e acessível, o que facilita até para os novatos. Com um elenco tão variado, logo você aprende as habilidades e fraquezas de cada personagem, tornando as batalhas mais dinâmicas e envolventes.

E se você se sentir preso em uma batalha, não se preocupe! O jogo oferece a opção de recomeçar com vantagens, como um aumento significativo no poder de ataque. Isso ajuda a tornar a experiência mais amigável, principalmente para quem está começando nesse tipo de jogo.

Um ponto que quero destacar é o impacto que “The Hundred Line” pode ter na comunidade gamer. O co-diretor Kazutaka Kodaka mencionou que o jogo está vendendo bem, mas ainda sinto que não recebe a atenção que merece. Com o tempo, à medida que mais pessoas experimentarem essa obra, acredito que ele será lembrado como um dos grandes clássicos das visual novels.

E aí, já jogou “The Hundred Line – Last Defense Academy”? O que achou? Tem algum personagem ou final favorito? Compartilhe suas impressões!