Como você avaliaria o Nintendo Switch Online em 2026?
O Nintendo Switch Online (NSO) está se aproximando de seu nono aniversário, tendo sido lançado em 18 de setembro de 2018. Desde então, a plataforma tem crescido, acumulando uma biblioteca de jogos e recursos que abrangem tanto o Switch original quanto seu sucessor. Se compararmos com os serviços online de outros consoles, a assinatura do NSO é bem mais em conta e fácil de entender, com apenas duas opções de plano. No início, a proposta de valor gerou algumas dúvidas, mas com atualizações constantes e o aumento de preços nas ofertas da PlayStation e Xbox, o Switch Online se tornou uma opção cada vez mais atrativa.
Para quem não está por dentro, a assinatura básica de US$ 19,99 ou R$ 17,99 por ano garante acesso ao jogo online, às saves na nuvem, ao aplicativo de música da Nintendo e a 207 jogos clássicos, que incluem clássicos do NES, SNES, Game Boy e Game Boy Color. Além disso, a Nintendo vende controles retrô específicos para o NSO, o que é uma boa adição. Você ainda tem acesso a jogos como Tetris 99 e F-Zero 99, participações em Game Trials, e diversas missões e recompensas por completar desafios — incluindo o recente desafio do Donkey Kong. E para quem tem o Switch 2, o GameChat também está disponível no plano básico.
Se você optar pelo plano Expansion Pack, que custa US$ 49,99 ou R$ 34,99 anualmente, terá tudo isso e mais 136 jogos do N64, Game Boy Advance, Mega Drive e Virtual Boy — além de mais nove jogos de GameCube se você tiver um Switch 2. Esse plano mais caro também dá acesso a DLCs de jogos como Mario Kart 8 Deluxe e Animal Crossing: New Horizons, tornando a oferta ainda mais interessante.
Muitos jogadores ficam atraídos pela biblioteca de jogos retrô, que, apesar de não ter todos os 350+ jogos do plano mais alto como verdadeiros clássicos, traz a maioria dos grandes sucessos da Nintendo e alguns ótimos títulos de terceiros. É verdade que, após críticas sobre a qualidade da emulação, a Nintendo fez melhorias ao longo do tempo, e hoje a maioria dos jogos está jogável e bem apresentada. Para quem não é tão exigente, a conveniência de acessar esses jogos facilmente acaba pesando mais do que as falhas.
Um exemplo prático: recentemente, joguei Ocarina of Time com as crianças e percebi que, para uma viagem, seria mais prático usar o NSO. Embora a experiência no Switch 2 não tenha sido horrível, percebi um certo atraso nos comandos, especialmente ao tocar notas na Ocarina. Para os puristas, essa diferença pode ser um problema, mas para a maioria dos jogadores, a facilidade de acesso compensa.
Outro ponto que gera discussão é a velocidade com que a Nintendo adiciona novos jogos ao serviço. Apesar dos lançamentos mensais, alguns sistemas, como o GameCube, parecem ter uma biblioteca um pouco escassa. Estão faltando dois jogos anunciados, e a última adição foi Pokémon XD, em março. Além disso, a plataforma já perdeu alguns jogos, como Super Soccer e Super Mario 35, que foram retirados do catálogo.
Chegando a quase oito anos de NSO, a oferta se expandiu bastante, embora tenha enfrentado algumas dificuldades. Para os fãs mais fervorosos, as adições mais emocionantes são os jogos que nunca foram lançados, como o Star Fox 2, que já havia aparecido no Super NES Classic Mini Console, e os novos D-Hopper e Zero Racer, dois jogos do Virtual Boy que finalmente estão disponíveis. Embora o Virtual Boy não agrade a todos, o fato de 14 dos 22 jogos do sistema estarem acessíveis agora é incrível.
E quem sabe o que mais a Nintendo tem guardado em seus arquivos? Com rumores sobre a adição de jogos do DS e 3DS, há muito espaço para crescimento. Agora, resta saber o que você acha do Nintendo Switch Online em 2026.
